O CHAMADO
Lançando
mão de vossas redes
Para
Sobrália vieram
Não
temeram o tamanho da vinha
Não
temeram o tamanho do mar
Não
temeram que isca usariam
Tudo
que queriam
Era
pessoas salvar.
De cor
amarelo canário
Invadiram
as ruas desta cidade.
Trazendo
para muitos, esperança.
E a
outros, completa felicidade.
Através
do violão
Trouxeram
a boa nova da salvação
Através
do teatro
A boa
nova da libertação.
Como
mensageiros do reino
Vieram
para tirar do outro
Aquilo
que não provem de Deus:
Destruição,
injustiça, desigualdade.
Tristeza, angustia, maldade.
Trouxeram
um convite comprometedor
Volte-se
para Jesus, volte-se para Jesus!
Deixe a
miséria do álcool, a violência
Os
vícios, a dor.
Busque
viver o perdão, a união, o amor.
Dia
após dia, noite após noite
Os pés
doloridos pelo caminhar
Mas,
nem mesmo assim
Sabem
que tudo aquilo que são
Portanto
lutam para que
O dom
da vida
Chegue
para aqueles que necessitam.
Sem
muito conforto
Dormindo
no chão
Dividiram
muitas coisas
Principalmente
a comunhão.
Cada
nova manhã, um novo dia de luta
Armavam
suas redes remando sem medo
Fazendo
pequenas paradas
Saciando
a fome e sede de muitos
Procurando
arrebanhá-los para JESUS.
E posso
provar
Que
nenhum de vocês
É servo
inútil
Todos
são enviados do Pai.
Não tem
sol, não tem chuva
Que os
faça parar de buscar.
Se
enchem de compaixão
E
movidos pela emoção de servir
Atravessam
a estradas de chão
De
poeira, de terra seca
E vão
ao encontro dos outros irmãos.
Vocês
vieram para confortar
Este povo
cansado, abatido
Magoado,
calado
Sem
esperança, sem vontade de amar.
E tenho
certeza, que em cada casa
Que
entraram a paz agora repousa
Sobre
eles.
E se
não, ela voltará para vocês.
A luz
de muitos não se ascende
Porque
falta sonhos
E se
para muitos de vocês,
Isto
foi um teste, uma preparação
Podem
correr para abraçar os acertos
Porque
vocês vieram como ovelhas
Para
adentrar a um campo de lobos
E
caminhando lado a lado,
Apresentou-nos
um Reino Contagiante.
Sem
esperar recompensa
Findam
hoje esta pescaria.
Jesus,
Jesus, obrigada Jesus
Porque
Sobrália
Pode
sentir agora
O
começar de uma nova calmaria.
Maria das Dôres



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